quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Desejo de final de ano .

Bom esse ano foi muito massa, conheci rapaziada nova, joguei bastante futebol, me diverti e ainda passei de ano direto, quero que isso tudo aconteça no ano que vem, é claro que sempre tem algumas tristezas mais isso é normal, estou torcendo por todos os amigos e amigas da sala para passar porque quero estudar denovo com todos, espero que ano que vem o passeio de formatura seja ótimo, vou aproveitar o maximo pois vai ser o meu ultimo na escola . Planos eu tenho muito, mais quero que tudo aconteça naturalmente, espero voltar a treinar, fazer algum curso e outras coisas que vierem pela frente .
Bom essa é a ultima postagem do ano de 2011, um bom final de ano a todos e até o ano que vem ... beijoos sz

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Trabalho literatura . O menino do engenho

O livro"menino de engenho" relata a história de um garoto novo, tem a triste perca de sua mãe em pleno quatro anos de idade, o assasino seu pai, um dos homens que a famíia mais admirava. Um dia dia após o assasinato, o garoto soube que seu pai tinha dado entrada em um hospício por descontrole emocional. Como o menino não tinha parentes perto dali foi mandado para a casa de seu avô e de seu tia Maria, em um sítio meio longe da cidade. Chegando lá, dias iam passando e cada vez mais ele se acustumava com a vida rural.
No final da tarde o garoto ouviu um tremendo barulho, achando que era algo de perigo, foi correndo e viu que todo aquele barulho vinha de algumas maquinas que serviam para o engenhi, conheceu os meninos que trabalhavam e resolveu dar uma volta no sítio, viu uma goiabeira e resolveu ficar por ali. Seu tio resolveu convidalo para tomar um banho de rio o menino aceitou e lá foi os dois a ver as paisagens e mergulhando no rio, como ja estava meio tarde foram para casa, comeram e dormiram.
No outro dia o menino resolveu procurar a criança do seu tamanho para brincar e foi ai que aprendeu que no campo crianças trabalham. Com não encontrou ninguem vago, voltou para a casa grande e conheceu criados e criadas e também sua tia Sinhazinha uma mulher muito brava, e descontrolada, chegou de agredir seu sobrinho por nada.
Já faziam alguns diasd que chovia sem parar, seu âvo ficava esperando tudo isso passar com um olhar atento para o rio e com um pouquinho de medo. Uma das alegrias do povo da casa era ver o rio cheio, pois a maioria do ano, eles tinham que conviver com a seca, mais dessa vez tinha sido demais, todas na casa começaram a ficar esepntados pois cinculava a notícia que as bordas do rio  estava alagado. Mais tarde ja dava para se ouvir os gritos e o barulho que as pessoas de perto do rio faziam, era um sinal que algo ruim estava para acontecer, o garoto temia o pior, e isso mesmo que aconteceu, o nivel do rio subiu tão rapido que em menos de trinta minutos ja não se via nenhum banco de areia. O avô do garoto ordenou que todas da casa fossem pedir abrigo para as casas do lado da parte alta do rioaté a agua do rio abaixar completamente, demourou alguns dias, mais enfim o rio tinha voltado para seu nivel normal e todas voltaram para casa.
O avô do garoto gostava de levar o neto para suas visitas a terra do engenho e batendo em porta, em porta para ver como todos  estavam por ali e colocar o papo em dia, e ver se sabiam de alguem que pegou frutas de suas lavouras, como todos sabiam que se pegasse em alguma fruta ou um misero mato e arrancase sem a permição  do avô do garoto, era o mesma coisa que tivessem arrancado uma parte do corpo de seu avô, quem soubese iria para o tronco.
Umas das coisas que o menino aprendeu na vida rural, foi não acreitar em todas as noticias que eram ditas pelo povo da cidade, dessa vez o assunto por lá era que tinha sido visto um lobisonmem dentro da mata "rolo", algumas pessoas juravam que tinham visto algo estranho por aquelas bandas e outros  confimavam que um pobre homem chamado José Cutia que era o tal bicho, tal sujeito era um comprador de ovos de Pernnabuco, que não gostava de sair de casa pela manhã, saia mesmo era só de noite e por isso todos achavam que o homem que era o "Lobisomem". Descobriram que era boato quando encontraram o homem morto na rua, suspeitava de ter sido mias uma vitima da fera, passou algum tempo e não falavam mais nada na cidade sobre esse assunto.
Depois do fim da escravidão, só  restava a senzala vazia, aepsar de ainda alguns escravo estarem totalmente liberados, varios resolveram ficar e servir o avô do garoto, pos ja terem uma grande amor a casa grande. Prepararam um grande o avô colocou um cordeiro la fora e ficou obervando alguns escravos indo embora.
O pobre menino ja tinha crescido, e nunca mais tinha recebido alguma notícia do paradeiro de seu paim até ouvir seu avô e um amigo dele falar que o pai do garoto ainda estava naquela clínica para loucos que ele tinha sido enviado antes do menino vir para o sítio , em pouco tempo todos na casa estavam comentnado sobre isso.
O garoto ja tinha 17 anos quado conheceu uma mulher como homem, ele estava apaixonado, levava todos as coisa do engenho para ela e ela o acareciava, seu avô soube que a moça traia seu neto, o avisou, o rapaz terminou ocm a mulher e ficou sozinha por uma semana até o dia da partida, embarcou no trem e se foi, quando chegou na cidade ja vinha a saudade da fazenda, na cidade ele estava em busca da escola, menino perdido, menino de engenho .

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Genero LiIterario-Memória

Gênero literario - Memória

O gênero literário conhecido como memórias compreende, além dos dados pessoais e biográficos, valiosos depoimentos históricos em que se registram fatos políticos e sociais, paisagens, costumes e tendências artísticas.
Dá-se o nome de memórias ao gênero literário em que o autor, quase sempre em prosa, relata o que recorda, tanto de sua vida como dos acontecimentos marcantes do contexto em que ela transcorreu. As memórias têm como centro de interesse o próprio memorialista e são, por isso, trabalho fronteiriço com a autobiografia, o diário e as confissões.
Na antiguidade clássica, anteciparam o gênero o grego Xenofonte, no século IV a.C, com suas Memórias de Sócrates, e o imperador romano Júlio César, nos séculos II-I a.C., com um relato político-biográfico intitulado Comentários. Nesse plano dos que ainda não apresentavam os traços peculiares ao gênero.
No século XVII, foram francesas as maiores contribuições nesse campo. No século XVIII o gênero já encontra representantes legítimos. Repletas de informações históricas, as memórias desta época constituem importante fonte para os pesquisadores. Já na Itália, o gênero assume linha mais próxima da autobiografia.
Diferencia-se da biografia pois não se prende a contar a vida de alguém em particular, mas sim narrar as suas lembranças.
Se você ainda não leu nada desse gênero tem aí: Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis ,Memórias de um Sargento de Milícias de Manuel Antonio de Almeida(ficções); As curvas do tempo-memórias, de Oscar Niemeyer, Memórias do Cárcere, de Graciliano Ramos, Memórias de Menina- de Rachel de Queiroz( não-ficção).

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Definição da sustentabilidade

Sustentabilidade é a habilidade, no sentido de capacidade, de sustentar ou suportar uma ou mais condições, exibida por algo ou alguém. É uma característica ou condição de um processo ou de um sistema que permite a sua permanência, em certo nível, por um determinado prazo. Em anos recentes, o conceito tornou-se um princípio, segundo o qual o uso dos recursos naturais para a satisfação de necessidades presentes não pode comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras, o que requereu a vinculação da sustentabilidade no longo prazo, um "longo prazo" de termo indefinido, em princípio.
O princípio da sustentabilidade aplica-se a um único empreendimento, a uma pequena comunidade (a exemplo das ecovilas), até o planeta inteiro. Para que um empreendimento humano seja considerado sustentável, é preciso que seja:
  • ecologicamente correto
  • economicamente viável
  • socialmente justo
  • culturalmente diverso

Sustentabilidade

sábado, 2 de abril de 2011

Adolescência

É repetido sucessivamente que a adolescência é uma idade complicada: cheia de incertas, dúvidas e medos. Porém ninguém lembra, defende... que é uma idade marco, uma etapa da vida que se tem de passar e não podendo ser diferente, em vez de estigmatizar com uma idade problemática, poderíamos procurar a melhor forma de vê-la.
Nisso precisamos dos pais, a dificuldade é que muitas vezes os adultos não têm tempo para seus filhos, devido essa vida insana que se leva neste mundo desumano. Nas maiorias das vezes preferem classificar os adolescentes como “aborrecentes”, do que entendê-lo com a sensibilidade de quem já teve a mesma idade.
Ninguém chega à idade adulta, constrói uma vida próspera e feliz, sem ter um bom alicerce, e essa base são em grande parte formada na infância e adolescência, é por isso que devemos tomar muitos cuidados o que fazemos nelas.
Em todas as idades os erros não passam impunes, no entanto na puberdade tudo é mais complexo devido o jovem não está psicologicamente maduro para se levantar com dignidade duma queda, por conta duma falha ele pode pôr sua vida profissional, sentimental e até espiritual a perder.
A puberdade pode ser uma ótima fase da vida, é só o jovem assumir seu papel com responsabilidade na comunidade, pois não há outra forma de se realizar como ser humano senão pela dignidade, trabalho, responsabilidade... Sendo-se adolescente, adulto, homem ou mulher...
Todos têm de procurar tornar esse mundo melhor e não ao contrário com revolta infundada, rebeldia, caprichos... Afinal a adolescência é a transição para a vida adulta, e aquele que a aproveitam dessa forma, sem deixar os encantos característicos próprios dessa fase da vida, geralmente será um adulto muito mais realizado e feliz, não é isso que procuramos desde a mais tenra idade?
A vida é uma busca constante pela felicidade, e na puberdade já se começa desenhar quem seremos, como enxergaremos o mundo, os problemas... Enfim tudo que se viveu se aprendeu e se valorizou na infância e adolescência é colhida a posteriores.
O mundo está nessa situação lastimável justamente pela falta de diálogos entre as pessoas. Se não repensamos a educação neste país, a situação vai ficar insustentável, onde será preciso construí cada vez mais presídios, para “corrigir” o erro de não se ter dado o devido valor à escola.
Os jovens não precisam de críticas, indiferenças, maus tratados... Necessitam sim de opções, respeito, oportunidades... Para serem felizes e prosperarem. O que tem de ser feito é simplesmente cumprir o “Estatuto da Criança e do adolescente”.
O que não é feito e dizem que não sabem o motivo da juventude está se perdendo: entra aí a falta de responsabilidade dos que “dirigem” esse país das desculpas, essa é a melhor classificação para o Brasil: “O País das Desculpas” e é muito estafante ouvir desculpas esfarrapadas.