Gênero literario - Memória
O gênero literário conhecido como memórias compreende, além dos dados pessoais e biográficos, valiosos depoimentos históricos em que se registram fatos políticos e sociais, paisagens, costumes e tendências artísticas.
Dá-se o nome de memórias ao gênero literário em que o autor, quase sempre em prosa, relata o que recorda, tanto de sua vida como dos acontecimentos marcantes do contexto em que ela transcorreu. As memórias têm como centro de interesse o próprio memorialista e são, por isso, trabalho fronteiriço com a autobiografia, o diário e as confissões.
Na antiguidade clássica, anteciparam o gênero o grego Xenofonte, no século IV a.C, com suas Memórias de Sócrates, e o imperador romano Júlio César, nos séculos II-I a.C., com um relato político-biográfico intitulado Comentários. Nesse plano dos que ainda não apresentavam os traços peculiares ao gênero.
No século XVII, foram francesas as maiores contribuições nesse campo. No século XVIII o gênero já encontra representantes legítimos. Repletas de informações históricas, as memórias desta época constituem importante fonte para os pesquisadores. Já na Itália, o gênero assume linha mais próxima da autobiografia.
Diferencia-se da biografia pois não se prende a contar a vida de alguém em particular, mas sim narrar as suas lembranças.
Se você ainda não leu nada desse gênero tem aí: Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis ,Memórias de um Sargento de Milícias de Manuel Antonio de Almeida(ficções); As curvas do tempo-memórias, de Oscar Niemeyer, Memórias do Cárcere, de Graciliano Ramos, Memórias de Menina- de Rachel de Queiroz( não-ficção).
Dá-se o nome de memórias ao gênero literário em que o autor, quase sempre em prosa, relata o que recorda, tanto de sua vida como dos acontecimentos marcantes do contexto em que ela transcorreu. As memórias têm como centro de interesse o próprio memorialista e são, por isso, trabalho fronteiriço com a autobiografia, o diário e as confissões.
Na antiguidade clássica, anteciparam o gênero o grego Xenofonte, no século IV a.C, com suas Memórias de Sócrates, e o imperador romano Júlio César, nos séculos II-I a.C., com um relato político-biográfico intitulado Comentários. Nesse plano dos que ainda não apresentavam os traços peculiares ao gênero.
No século XVII, foram francesas as maiores contribuições nesse campo. No século XVIII o gênero já encontra representantes legítimos. Repletas de informações históricas, as memórias desta época constituem importante fonte para os pesquisadores. Já na Itália, o gênero assume linha mais próxima da autobiografia.
Diferencia-se da biografia pois não se prende a contar a vida de alguém em particular, mas sim narrar as suas lembranças.
Se você ainda não leu nada desse gênero tem aí: Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis ,Memórias de um Sargento de Milícias de Manuel Antonio de Almeida(ficções); As curvas do tempo-memórias, de Oscar Niemeyer, Memórias do Cárcere, de Graciliano Ramos, Memórias de Menina- de Rachel de Queiroz( não-ficção).
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